Dois a oito jogadores. Compra ruas, constrói, cobra alugueres e leva os outros à falência.
Cada um começa com 15.000$00. Lança dois dados, anda pelo tabuleiro e resolve a casa onde parar. Passar na Partida rende 2.000$00.
Casa sem dono: ou a compras pelo preço impresso, ou vai a leilão — e no leilão entra toda a gente, incluindo quem recusou.
Casa com dono: pagas o aluguer. Com o grupo de cor completo o aluguer duplica; com casas construídas dispara. As estações rendem conforme quantas o dono tiver, e as companhias multiplicam os dados.
Par nos dados dá direito a jogar outra vez — mas três pares seguidos levam-te à prisão. Na prisão sais com um par, pagando 500$00 ou usando uma carta; à terceira tentativa pagas à força.
Só se constrói com o grupo de cor completo, e por igual: nunca mais de uma casa de diferença entre ruas do mesmo grupo. O banco só tem 32 casas e 12 hotéis — quando acabam, acabam.
Sem dinheiro para pagar? Vende casas por metade, hipoteca propriedades, negoceia — ou declara falência e entregas tudo a quem te cobrou.
As trocas fazem-se a qualquer momento e podem juntar dinheiro, propriedades e cartas de saída da prisão dos dois lados. Não se troca nada com casas em pé: vende-as primeiro.
Valores em escudos, na escala do tabuleiro português: o Rossio a 4.000$00, a Rua Augusta a 3.500$00, o Campo Grande a 600$00.
As mesas sobrevivem a reinícios do servidor. Uma partida de Monopólio dura horas — o estado é gravado em disco e retomado onde ia.
Toda a decisão tem prazo. Se ninguém responder, aplica-se a resposta mais conservadora (não comprar, sair do leilão, recusar a troca) para a mesa não ficar parada.